“Na minha trajetória como torcedor tricolor, sempre guardei um lugar especial no coração para os jogadores que foram campeões pelo clube. Afinal, levantar troféus é a essência do Fluminense, o clube tantas vezes campeão.

Existem, contudo, aqueles que não ergueram taças, mas deixaram sua marca junto à torcida, seja por pura empatia ou por extraordinário talento.

Neste caso, não há como se esquecer de Romário nas Laranjeiras.

A conquista do Carioca – que não vinha desde 1995 – abriu os trabalhos do ano do Centenário do Fluminense, em 2002. Mas a cereja do bolo viria somente pouco antes do início do Brasileirão: Romário, simplesmente Romário.
Experiente, mas letal como sempre.

É perda de tempo enumerar as qualidades do Baixinho. Redundante, até. Artífice da conquista do tetra pela Seleção Brasileira, melhor do mundo da Fifa… e por aí vai. Em meu sentimento de torcedor, somente a contratação de Rivellino por Francisco Horta, em 1975, foi tão impactante.”